27 de set. de 2009

TEXTURA

Pretendo utilizar as texturas nas composições das imagens no impresso em ilustrações como desenho e fotografia. Em contrapartida inclusive na parte de tipografia!
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Eu quero usar para os efeitos de sobreposição e transições de imagens em vídeo, ruídos e criação de outras formas.
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Também pode ser usado na primeira cena de um vídeo, para na sequência contextualizar.
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RABISQUEI ESSES DESENHOS - TEXTURAS.


12 de set. de 2009

MANEIRAS DE REPRESENTAR

Quando construímos uma idéia mentalmente, temos que saber como concretizar na prática, isto é, interpretar para computação gráfica; na intenção de transmitir o que se deseja. Por isso, existem recursos a serem explorados.
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O negativo fotográfico é resultado de uma reação química da prata, que são grãos minúsculos que formam a imagem. No caso do impresso ao aproximar com o instrumento denominado contas linhas se pode observar as retículas, que são formados pelas cores CMYK.
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Por assim dizer, na criação com textura tudo que tem forma é possível ser manipulado, pois busca representar traços dos objetos da realidade.
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O artista Vik Muniz explorava a idéia de textura. Em uma de suas histórias contratava caminhões de lixo e usava os restos orgânicos e recicláveis como matéria prima para seus trabalhos; alinhava em formas figurativas. Dito isto, pode-se fazer esse tipo de produção com objeto, comida, pêlos de animais, tinta, cabelo, parede, chão, tecido, plástico, elementos da natureza como: folhas, tronco de árvores, raízes, flores, frutas, terra, areia, água. A fim de explorar as linhas e minunciosidades.
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É interessante que ao ter a experiência de fotografar esses detalhes traduzimos para nosso olhar sensações e atribuimos qualidades de sofisticar, presenciar, valorizar as cores, diferenciar, provocar, bagunçar e organizar as formas. Olhamos para uma textura no digital parece que podemos até pegar ou tocar.
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Representar é exatamente isso; ao tatuar dois mesmo desenhos em uma única cor de pele. As cores e o plano de fundo ganham outras dimensões. Caso a naturalidade da pele parda se mantenha em um retrato desenhado enfatizam diferentes interpretações; agora se existe o carregamento do artifício de cores, o contraste saltam para nossa visão. O que não significa pior ou melhor, mas as diferentes formas de representações com uma mesma imagem. Assim como antes de ser tatuado na pele a pintura do quadro com técnicas de tinta utilizadas provavelmente geravam outras sensações.
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A mexicana Frida Kahlo, realizava auto-retratos. Quando sofreu um acidente expressou na pintura seus sofrimentos e angústias com detalhes de pregos, cores quentes, lágrimas nos olhos, sustentada por um colete.
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Diferentes movimentos artísticos, revelam os estilos trabalhados dentro de cada época e contexto social.
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Referências da cultura ocidental e oriental mostram a questão da morte, por exemplo, com sentido negativo e positivo.
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Para nós brasileiros católicos apostólicos romanos a morte é tristeza. É assim que a gente olha e vai expressar.
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No México a morte é encarada como festa. É ponto comemorativo. Refletido nas pinturas com muitas cores variadas traduzido em alegria. Traços que não se perdem, mas se encontram e preenchem os espaços vazios nos olhos das caveiras. Possuem características da cultura mexicana com esqueletos de tranças e chapéis. Definitivamente, ver outras artes é obter brechas para novas representações, quebrando até mesmo julgamentos de conceitos.
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O artista Chris Landreth conta a vida do animador Ryan em animação. As partes desfragmentadas na figura humana do cérebro, e o uso das cores escuras são sinônimos de sofrimentos na história de dependência química.
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Na animação Guernica do Marcelo Ortiz. O bacana no vídeo é a interação com obras de outros autores, provavelmente buscou saber o contexto em que estavam inseridas, analisou, apurou, estudou os traços mantendo a originalidade. Atribui vida e movimento para as pinturas em tela. Criou um personagem do Picasso, que possui sentimentos e permea sobre outras obras. Foi um gancho para introduzir um olhar em cima de trabalhos já estabelecidas, pois já estava pronto, Ortiz apenas desencadeou o processo de interpretação.
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TRADUÇÃO DOS SOFTWARES

Traduzir é um exercício extremamente chato de se fazer, mas é importante na prática o conhecimento das palavras em português; quando houver o momento de realizar a edição de computação gráfica propriamente dita. Daí a importância de conhecer a tradução das palavras embutidos nos programas do photoshop, after effects e ilustrator.

De um modo geral os softwares que fazem parte da finalização, todos estão inseridos no idioma inglês. Englobando o PC e MACINTOSH, do áudio até o visual. Apesar de desempenhar funções diferentes, a lógica de pensamento é semelhante nesses programas.

No photoshop sabe-se que levels é traduzido como níveis, e assim se pressupõe que está relacionado ao tratamento de imagem regulada por nível. Mas na mesma barra tem o brilho e o contraste que seguem as mesmas linhas nas funções, no entanto se diferem no resultado final. Como o próprio nome diz. Nível lembra gráfico; o mecanismo é outro.
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Por similaridade sabemos que as ferramentas são parecidas ou lembram determinadas funcionalidades com outros softwares.

Estamos focados nos softwares, mas se pensarmos amplamente veremos que nas próprias câmeras profissionais é importante saber da tradução. Shutter e iris, por exemplo, são duas coisas totalmente diferentes, no entanto servem para o clareamento da imagem. O primeiro se refere a velocidade de exposição de luz, enquanto o outro a entrada de luz. Iris remete ao olho e shutter é aquilo que fecha, em outras palavras obturador. São técnicas diferentes, mas a tradução e a lógica nos levam a uma explicação clara dos determinados nomes.
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11 de set. de 2009

COMPUTAÇÃO GRÁFICA

Computação gráfica é: gerador de imagem. No cinema a ilusão de movimento ocorre por uma sequência de 24 fotogramas por segundo; a sua exibição é projetada.

Diferentemente, no vídeo digital os pixeis (menor unidade, composta pelas cores verde, azul e vermelho) procede com linhas de varredura da esquerda para direita, de cima para baixo por um retalhamento dos pigmentos. A televisão, por exemplo, utiliza-se do tubo que fornece energia luminosa (feixes de elétrons) para composição da imagem.

Quanto menor o tamanho de tela; significa dizer que a informação composta também será miníma. Conforme o avanço da tecnologia os meios estão cada vez menores, o computador por exemplo, pode ser carregado no bolso. Acredita-se que a capacidade de armazenamento com o passar do tempo será limitada sem a possibilidade de inserir mais dados em um espaço físico pequeno.
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Apesar de sistemático o estudo dos bits, Bytes, cores RGB , FPS, DPI e os demais processos. Os cálculos realizados, análise do estudo de cor e qualidade de definição da imagem; colaboram principalmente na compactação de um determinado vídeo e exportação, pois cobra-se cálculos na parte de kbps, saber qual a velocidade de processamento, o melhor formato utilizado dependendo do meio de comunicação o qual será exibido. Caso contrário, sem esse tipo de informação; os testes para se chegar em um bom resultado será maior ou não se concretizará.
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A questão que intrica o mercado brasileiro de tecnologia até hoje é relacionado ao sistema PAL-M.

Ao iniciar-se a implatação de um sistema de TV em cores, no momento de transição da imagem preto e branco para o colorido. Os Estados Unidos escolhe o padrão NTSC, que possui 29,96 quadros por segundo. O SECAM foi aceito pela França. O PAL-M foi adotado pelo Brasil devido as decisões do governo militar da época. Nesse sentido, os equipamentos que utilizamos são importados da europa ocidental, com um preço elevado, devido ser o único país a comprar esse tipo de produto no mundo.
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