29 de nov. de 2009

TRATAMENTO DE IMAGEM

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Para tratar a parte visual no after effects, utilizamos o levels, temos o histograma como referência, no qual é possível ver as oscilações de luz e cor. Observando os pontos lavados e enterrados da imagem. Pode-se também trabalhar com canais individuais de cores RGB. Cria-se pontos fixos entre os cortes sem intervalo, mexendo nas áreas de saturação. Assim realiza-se as correções.
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Vamos utilizar para corrigir as imagens do telejornal.
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RENDER
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Não existe uma tradução para a palavra render, mas está ligado basicamente ao cálculo da velocidade de processamento.
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O after effects apresenta uma série de opções, entre eles o quicktime, AVI, H.264, MPEG, ANIMATION, WMV... Além de exportações em HD.
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A parte de formato não é um padrão, por isso dependendo para aonde será veiculado, haverá variações, exigindo vários experimentos de testes entre áudio e imagem na compactação.
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O youtube pede esse formato para garantir melhor qualidade: http://www.youtube.com/t/yt_handbook_produce.
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ILLUSTRATOR E PHOTOSHOP

22 de nov. de 2009

AFTER EFFECTS- 11 á 20 DE NOVEMBRO

O entendimento do after effects exige um olhar para a parte de edição propriamente dita. O primeiro software de edição não linear foi o Media 100, ano 93, em consequência surgiram outros softwares que existem no mercado, como exemplo Avid.
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As máquinas de play e rec eram as ferramentas de edição, antes do ano 1993. Atualmente existem pessoas que ainda editam por esse método linear. Por conseguinte, com o programa não linear temos maior flexibilidade para cortar, juntar, inserir áudio, textos, efeitos, tratar a imagem, arrastar os clipes pela timeline, aumentar ou diminuir sua extensão. No after effects esses processos são similares, no entanto trata-se de um software de pós edição.
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Pois bem, passamos pela parte de captura e os EDLs; citamos os tipos de algumas mídias como a Betacam, mini Dv, Dvcam. Assim reconhecendo a identificação do timecode: HH:MM:SS:FF; aprendemos que devemos ser minunciosos ao cálcular o tempo, a fim de evitar problemas na edição.
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O After effects é um photoshop animado, com composições, não destrutivo, manipula-se várias camadas com a utilização também da interpolação de keyframes.
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Dentre as interfaces do programa, temos a janela do projeto, no qual são armazenadas e organizadas todos os elementos entre eles os clipes e pastas. A janela de composição em que visualizamos o processo de edição. Além da própria timeline, permitindo modificar e animar. E na parte superior estudamos todos os menus.
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Nesse momento realizamos por meio de uma música, o exercício na parte de animação/áudio em que atribui a questão da timeline, ritmo, espaço e marcação. Além de descobrir os shortcuts para facilitar o manuseamento do trabalho.
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Acho o programa after effects cada vez mais interessante. Se tratando de um software de animação especificamente, vou utilizar os keyframes em quase tudo no processo.
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As minhas impressões são: as máscaras serão muito utilizadas, texturas, stroke também e frequentemente a ferramenta pen tool. Logicamente, que isso pode variar para determinadas intenções.
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10 de nov. de 2009

AFTER EFFECTS

Gosto das referências de áudio visual, as quais são exibidas na oficina de computação gráfica. Realizar a leitura por meio das propagandas e conhecer as figuras que estão envolvidas por trás das produções. E acima de tudo saber o como foi feito técnicamente, se atualizando com as técnicas que o mercado utiliza; em exemplo: o tilt/shift, que envolve as sofisticadas lentes de câmeras fotográficas, para resultar no stop motion e transmitir a sensação de maquete. Nesse sentido na publicidade do diretor de efeitos especiais Jarbas Agnelli. Ver como a publicidade pensa. E o que se repete ou está defasado e não devemos fazer igual. Trabalhos profissionais, produzidos com ferramentas que estamos aprendendo a usar. Enfim, é um bom momento até mesmo de reflexão para nossas produções. É para isso que eu vou utilizar!

Não sou fã de prova. Mas nossa memória é falha, quando teorizamos os registros em um teste de perguntas e respostas somos quase forçados a explicar a funcionalidade das coisas e do como fazer. Foi um exercício que me ajudou a entender o meu próprio raciocínio.
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Um profissional de vídeo também deve ter argumento, se vamos realizar determinado trabalho para alguém que seja quase leigo no assunto de computação gráfica, e é pedido para criar alguma produção, sem medir o grau de desafios dizendo: “Isso é prioridade. É para ontem”. No meio da pressão há como explicar! Por isso acho que os nomes das ações dos software devem estar incorporados na fala de quem produz. De repete o sujeito até saiba como executar, no entanto isso não se destrinchou na linguagem.

Na parte de tradução do after effects, estou aproveitando para conhecer melhor as palavras e os recursos disponíveis do programa. Estou muito ansiosa para aprender!

5 de nov. de 2009

DIAS 04 E 05 DE NOVEMBRO

Ocorreu a finalização de trabalhos para o telejornal. A revisão da apostila do photoshop e teve também uma avaliação.

ESTUDO DE CORES E FONTES_TELEJORNAL

3 de nov. de 2009